Preço Nova CBR250R Honda que começa ser vendida no Brasil, foto e vídeo

Seis meses após ter sido apresentada no Salão Duas Rodas, a Honda mostra ao mercado brasileiro a CBR 250R. A chegada da moto marca o início de uma nova estratégia da marca para manter – e talvez até ampliar – sua liderança no mercado brasileiro.
“Nosso line-up hoje tem 26 motos e vamos apresentar, além desta, mais 6 novas motos este ano, além de versões novas das já existentes”, falou o supervisor de relações públicas da Honda, Alfredo Guedes. Essa afirmação é emblemática e mostra que a Honda não cogita perder parte de sua gigantesca participação de mercado no Brasil que beira 80%. “A Honda vai preencher os vários espaços onde ainda não atua, inclusive em nichos bem específicos para ampliar ainda mais nossa linha de motocicletas”, complementou Guedes.
Se por um lado essa nova postura pode trazer preocupação aos concorrentes da Honda, por outro lado o benefício é inegável para o consumidor e para o mercado brasileiro pois deixa claro que a concorrência fez a líder se mexer, apesar de sua liderança absoluta não estar sob qualquer ameaça. Ao consumidor, uma simples conta matemática: até o início deste ano só haviam duas motos esportivas no segmento das 250cc e agora tem quatro. E é isso que interessa.
Panorama deixa a pergunta: se a Honda confirmar a previsão, as outras continuarão vendendo o mesmo volume?
Dentre as motos de marcas tradicionais, a Honda CBR 250R é a primeira de baixa cilindrada importada, exceção feita às motos especiais de competição. A CBR 250R é fabricada na Tailândia, uma das duas fábricas onde a moto é produzida – a outra é na India – para abastecer todos os mercados mundiais. “Os únicos itens brasileiros que a CBR 250R tem são os adesivos em português”, mostrou Guedes.
Esta condição encareceu a moto e seu preço pode vir a ser um problema para atingir a meta* de quase 900 motos por mês até o final de 2012 (veja tabela). A CBR 250R tem preço sugerido de R$15.490,00 na versão sem ABS (R$17.990,00 c/ABS) e a Honda aposta na força e confiabilidade da marca e também nas qualidades da moto – sobretudo estilo, design, conforto e modernidade – além de uma rede de distribuição com mais de mil lojas em todo o Brasil. “Se fossemos vender uma por loja já não teríamos para entregar, mas deveremos concentrar a venda nas regiões Sul e Sudeste, onde este segmento atrai mais do que em outras regiões e ela passa a ser comercializada pela rede de concessionárias Honda em todo o Brasil a partir da próxima semana”, informou Guedes.
A Honda insere o novo modelo em sua linha na base do segmento de motos esportivas e aponta seu marketing aos consumidores brasileiros que querem uma moto esportiva de média cilindrada como opção de transporte e lazer. “Mas o apelo principal de compra deve ser o design”, indica o executivo da Honda. A CBR 250R é realmente bonita e chama a atenção pois valoriza o estilo esportivo.
Desempenho:
As condições oferecidas pela fábrica para um rápido test-ride foram suficientes para perceber que a nova moto segue o padrão da marca quanto ao conforto. Apesar de ser uma esportiva, a CBR 250R oferece um encaixe perfeito ao piloto e a posição de pilotagem não chega a ser muito agressiva e dá preferência ao conforto. Mas seu visual esportivo não deixa dúvidas de que é uma super-esportiva, com o peso da esportividade que a família CBR tem.
No curto percurso realizado na cidade a moto comporta-se quase como uma street urbana, mostrando-se precisa nas manobras e até com uma ângulo de esterçamento mais conveniente. O motor responde adequadamente e possui torque de sobra mesmo a rotações baixas, o que “economiza” trocas de marchas, oferecendo a oportunidade de se andar com bastante tranquilidade. Os motores de menor cilindrada, para ter esportividade sacrificam a facilidade de conduzir, forçando muitas trocas de marcha e a configuraçào desse motor, até por ser mono-cilindro, deve receber crítica dos mais afeitos à esportividade quando se espera performance pura. A CBR 250 R é uma moto com estilo esportivo, mas com facilidade, conforto e conveniência na condução diária. Essa é a sua proposta.
Um teste mais apurado da CBR 250R não aconteceu ainda, mas já deu para perceber que ela vai muito bem em baixas rotações e os 26,5 cv de potência empurram a moto com rapidez quando há necessidade de fazer o motor encher. A velocidade cresce rapidamente e dá para sentir que a moto tem força suficiente para manter boa velocidade de cruzeiro em rodovias sem qualquer desconforto.
Estilo:
Mistura de estilos deu à CBR 250R personalidade própria e um bonito perfil
A Honda informa que a principal razão da compra dessa motocicleta é o design. Por isso nela se juntam características da VFR 1200, como a rabeta e o escapamento, com o DNA das superesportivas da família CBR. E esta mistura deu à nova moto um estilo próprio que não deixa dúvida quanto à sua esportividade, mas ela não se mostra tão leve e com ciclística rápida quanto seria de se esperar, gerando dúvida sobre o seu verdadeiro tamanho. Ela parece maior do que realmente é, ao menos visualmente. A Honda fez questão de informar que trata-se de um modelo global da Honda, vendido aqui exatamente igual a moto vendida na Europa, Japão e outros mercados importantes.
O painel completo segue o estilo das esportivas e os semi-guidãos, por cima da mesa da suspensão dá boa posição na coluna, não muito inclinada
A parte dianteira traz conjunto óptico com o farol multi-refletivo. A carenagem integral é inspirada na VFR 1200F e suas fixações não são visíveis. O painel de instrumentos é bem interessante, com apenas o tacômetro (conta-giros) analógico maior posicionado bem ao centro e o visor de LCD pequeno abaixo, como os modelos esportivos. É de fácil visualização e traz todas as informações necessárias: velocidade, rotação e temperatura do motor. Além disso, possui relógio digital, luzes indicadoras de combustível e sinalização, bem como hodômetro (total e parcial).
O assento bipartido coloca o garupa em posição mais alta e até que confortável e a rabeta conta com alças em alumínio pintadas de preto. A ponteira do escape é de aço inox com desenho triangular e os dois semi-guidões sobre a mesa e as pedaleiras levemente recuadas completam o conjunto da nova Honda CBR 250R.
Motor:
O modelo é equipado com o novo motor monocilíndrico de 249,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), 4 válvulas e com injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), arrefecido a líquido, que desenvolve potência de 26,4 cv a 8.500 rpm, e torque de 2,34 kgf.m a 7.000 rpm. Este é o primeiro motor DOHC no mundo à utilizar balancins roletados, que asseguram baixo atrito, menor vibração e maior eficiência. De fato, quase não se percebe vibrações.
Aliado a Unidade de Controle Eletrônica (ECU) que possui 7 sensores para determinar a melhor condição de alimentação do motor, a motocicleta possui grande autonomia, segundo informações da Honda. O tanque tem capacidade para 13 litros (3,5 litros na reserva).
O chassi da CBR 250R tem uma clara influência italiana, com uso de treliça; os braços que se fixam ao motor seguem a lógica da linha das esportivas da Honda atuais
Ciclística
O chassi da CBR 250R é do tipoDiamond Frame, com o motor fazendo parte da estrutura, com perfil tubular. As suspensões seguem padrão da marca com soluções sempre utilizando o que há de mais adequado para o segmento da motocicleta. A dianteira é composta por garfo telescópio com curso de 130 mm e a traseira leva o mono-amortecimento Pro-Link com 104 mm de curso e cinco regulagens de compressão na pré carga da mola.
O sistema de freio recebe disco único de 296 mm de diâmetro com pinça de pistão duplo na dianteira. Já a traseira, o disco de 220 mm de diâmetro é acionado por pinça de pistão simples. A versão com freios Combined ABS (C-ABS), apresenta o sistema que reúne os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). Enquanto o primeiro evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle do veículo, o segundo distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira. A parte dianteira é composta por disco único de 296 mm de diâmetro com pinça de três pistões.
A CBR 250R é equipada com rodas de liga leve de 17’’, além de pneus esportivos sem câmera. Na dianteira, tem configuração de 110/70 e na traseira utiliza pneu 140/70, o mais largo da categoria e segmento.
Disponível nas cores preta e azul (versão C-ABS está disponível apenas na cor azul), a nova CBR 250R está disponível em toda a rede de concessionárias Honda do Brasil e a garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
Fonte: Fotos: Caio Mattos / Divulgação Honda
Ducati GP12! 360 km/h de máxima! Fotos e especificação técnica.
Fonte: www.bestriders.com.br – por Gabriel Berardi

Ducati GP12
Mesmo com todos os cuidados que a Ducati tomou para que ninguém tivesse acesso a informações técnicas ou maiores detalhes sobre a construção do protótipo de MotoGP da temporada 2012, as informações vazaram.
A equipe Cardion AB Motosport divulgou para a imprensa com dados reveladores sobre a GPZero, a Ducati “laboratório” que será utilizada por Abraham e Barberá nas primeiras provas da temporada. A GP12 será exclusiva de Rossi e Hayden, pilotos da equipe oficial, nas primeiras provas.
Seguramente há pequenas diferenças entre a GPZero e a GP12 da equipe oficial, essencialmente, nas possibilidades de ajuste do chassi Deltabox de alumínio e do posicionamento do motor no quadro. Confira a ficha técnica divulgada pela Cardion:
Ducati Desmosedici GP12 (GPZero):
- velocidade máxima: 360 km/h
- aceleração 0 -100 km/h: 2,6 s
- potência: 250 cv
- peso seco: 155 kg
Ducati Desmosedici GP11:
- velocidade máxima: 340 km/h
- aceleração 0 -100 km/h: 2,7 s
- potência: 235 cv
- peso seco: 150 kg
Motor: Tetracilíndrico em L a 90°, arrefecimento líquido, 4 válvulas por cilindro acionados por comando desmodrômico.
Cilindrada: 999 cm³
Eletrônica: Magneti Marelli
Câmbio: 6 velocidades, com ajuste da relação
Corrente: Regina
Embreagem: a seco, multi-disco
Chassi: Deltabox de alumínio
Suspensão dianteira: Öhlins com barras de 48 mm
Suspensão traseira: Öhlins
Freios: Duplo disco dianteiro de 320 mm com pinças de 4 pistões. Atrás, disco simples com pinção de pistão duplo. Todos os componentes são Brembo.
Rodas: Marchesini de 16,5”
Pneus: Bridgestone
Tanque de combustível: 21 litros

Ducati GP12
Dafra Riva 150cc preço, foto, ficha técnica, impressões e comparativo
Modelo urbano chega para ser a mais vendida da marca brasileira.
Com boa qualidade e desempenho, Riva ficou devendo injeção eletrônica.
Fonte: Rafael Miotto, Do G1, em Hainan, na China – O jornalista viajou a convite da Dafra
A Dafra anunciou nesta segunda-feira (2) o lançamento da Riva 150 no Brasil por R$ 4.990,00. Fabricado pela chinesa Haojue, o modelo street tem a missão de se tornar o principal produto da marca brasileira. A moto foi apresentada no Salão Duas Rodas, em outubro passado, e o G1 avaliou o lançamento na China, em dezembro, quando o preço ainda não havia sido definido. Este modelo que virá ao país demorou 5 anos para ser desenvolvida pela empresa.

“Trabalhamos em conjunto com a Haojue para tornar a Riva 150 realidade. Eles nos ouviram bastante, para que o produto ficasse do jeito que os brasileiros gostam”, explica Alexandre Gaspar, gerente de desenvolvimento Dafra. Ainda sem preço definido, a Riva 150 se situará entre a Speed 150 (R$ 4.990) e a Apache (R$ 5.990). Na China, a motocicleta custará 8.000 yuans, equivalente a US$ 1.259.
O modelo chega com visual moderno e adotou uma carenagem para envolver o painel, que obteve um resultado interessante e sem ser exagerado, como ocorre com a Apache. Em contrapartida ao visual contemporâneo, a moto tem só 3 opções de cores (branco, vermelho e preto) e ficou devendo a injeção eletrônica. De acordo com a Dafra, a falta do dispositivo se deve ao fato de o carburador Keihin atender às necessidades de seu público-alvo, além de que incluir a injeção faria o valor da moto subir muito.

(Correção: ao ser publicada, a tabela acima informava o tamanho do motor da Dafra Riva 150 como sendo de 140,3 cm³; o correto é 149,4 cm³. A informação foi corrigida às 14h44)
Sobre a expectativa de vendas, a marca possui planos ambiciosos. “Queremos o mesmo que Apache e Speed vendem por mês. No começo, esperamos 2 mil motos por mês e, depois, o número deve aumentar”, explica Marcos Moraes, presidente da Associação dos Concessionários Dafra (AssoDafra). Para avaliar a nova Riva 150, o G1 foi até a ilha de Hainan, na China.

Modelo tem linhas simples
e modernas (Foto: Rafael Miotto/ G1)
Jeitinho brasileiro
Apesar de o modelo “brasileiro” compartilhar em quase 100% as características da moto que será vendida na China, a Riva passou por mudanças para se adaptar ao consumidor local, ao clima do país, às condições de uso e ao piso das ruas. As suspensões foram recalibradas, para aguentar mais buracos, e o carburador recebeu novo ajuste, para consumir o combustível brasileiro.
Além disso, como a média de velocidade nas ruas da China é menor, cerca de 35 a 40 km/h, a Riva do Brasil possui uma relação de marchas mais longa que a versão chinesa. Para completar, as cores e grafismo para o Brasil são diferentes. “O brasileiro gosta de um visual mais limpo e cores menos extravagantes que os chineses”, explica Gaspar.
Na ergonomia, o modelo também foi adaptado, com guidão mais alto e pedaleiras menos retrasadas, pois no Brasil as pessoas possuem estatura maior que os chineses.
Durante a avaliação, a Riva mostrou um bom encaixe para o motociclista. Mesmo pessoas com mais de 1,80 m de altura, por exemplo, não terão problemas para se acomodar sobre a moto. O guidão também proporciona uma postura relaxada e confortável. O assento mostrou-se aconchegante, mas sua textura o deixa um pouco escorregadio.
Acelerando em solo chinês
O teste com a Riva ocorreu em um circuito fechado. Foram 2 trechos distintos, uma reta de 3 km em linha plana e uma pista de 5,4 km, que simulava todas as possíveis condições de vias urbanas. O motor da Riva 150 é um monocilíndrico de 149,4 cm³, 4 tempos, refrigerado a ar, com carburador.

Segundo a fabricante, este propulsor pode alcançar potência máxima de 12,1 cavalos a 8.250 rpm e 1,11 mkgf a 6.600 rpm. Em movimento, a Riva 150 desempenha o que promete e garante força para superar mesmo as subidas mais íngremes. Seu motor é contido e, apesar do carburador, mostrou estar bem acertado para rodar na cidade. O nível de vibração e ruído é médio.
Na reta de 3 km do complexo, foi possível alcançar velocidades mais altas e a moto se manteve estável. De acordo com a Dafra, a velocidade máxima é de 103 km/h. Contudo, o painel chegou a registrar 115 km/h, o que indica imprecisão do velocímetro. Com garupa, a velocidade máxima diminuiu, registrando 95 km/h no painel.

Desconforto na garupa
Por sinal, a Riva não é uma anfitriã muito receptiva com o passageiro. O posicionamento das pedaleiras é muito alto e faz o garupa ficar com as pernas arqueadas. Além disso, o assento não reserva muito espaço ao passageiro.
As suspensões calibradas para o piso brasileiro são firmes e absorvem bem os impactos. Já os freios de duplo disco (240 mm) com dois pistões, na dianteira, e o disco simples (130 mm), na traseira, não puderam ser bem avaliados, devido às chuvas na ilha de Hainan. O piso escorregadio fazia com que as rodas travassem com facilidade, fazendo frente e traseira escorregarem. Em parte, isto ocorreu por causa dos pneus da Riva.

A versão avaliada estava com pneus tailandeses da marca CST, que serão utilizados na China. No Brasil, a motocicleta receberá o item da Pirelli. Assim, esta é a única diferença do modelo que o G1experimentou na China em relação à versão que chegará ao Brasil, além do combustível chinês. Os pneus também comprometeram a Riva nas curvas, território no qual mostrou o pior desempenho.
Ao entrar nas tangências, a motocicleta não proporciona uma sensação muito natural e tende a deitar de maneira não progressiva. Isto, somado aos pneus destinados ao mercado asiático e ao piso molhado, fazia com que perdesse a frente de maneira constante. Quando chegar ao Brasil, o G1 reavaliará o modelo para constatar as diferenças.
Briga boa no segmento
Com a chegada da Riva, o nicho de motos de 125/150 cm³ terá uma nova representante de peso. Suas concorrentes diretas são Yamaha YBR 125 Factor, CG 150 Fan e Suzuki 125 Yes, que possuem desempenho e preços semelhantes. Já a Dafra Apache corre por fora neste segmento, por seu visual mais extravagante e posicionamento esportivo.
A CG 150 Titan está um patamar acima de suas rivais em termos de preço, assim como a Suzuki GSR 150i. Dependendo do valor pelo que for comercializada, a Riva 150 será uma concorrente à altura das marcas japonesas. Os únicos deslizes da Dafra foram a não inserção da injeção eletrônica, que seria um diferencial no segmento, e a falta do corta corrente no punho direito.
Moto tem apenas duas opções de cores: branco e vermelho (Foto: Zhou Pengcheng/ Divulgação)Com um acabamento bom e atrativos visuais ao consumidor, como o spoiler inferior e as carenagens ao lado do tanque, este modelo pode ser um divisor de águas para a Dafra no país, fazendo-a assumir o 3º posto de vez no mercado brasileiro, posição que tem alternado com a Suzuki no ranking de vendas. “Esta moto vem para roubar clientes de Honda e Yamaha”, disse Marcos Moraes, da AssoDafra.
Com a Riva, Haojue quer fortalecer a marca no Brasil
Há 2 anos como parceira da Dafra no Brasil, a Haojue tem grandes expectativas com a Riva 150 no país. Com seu 2º produto para o Brasil, além do scooter Smart, a maior fabricante de motos da China ê o Brasil como grande oportunidade para fortalecer as exportações.
“As vendas de início não serão importantes. Queremos mostrar ao público brasileiro que os produtos chineses são bons e fortalecer a imagem da Haojue. Sabemos que o Brasil é um mercado em ebulição e vemos que o setor de duas rodas ainda tem muito para crescer”, explicou Henry L. F. Su, gerente de exportações da Haojue.

O G1 questionou Su se a parceria com a Dafra não seria uma porta de entrada para a marca ter a própria subsidiária no Brasil e o executivo não descartou a possibilidade. “Não temos como saber o amanhã, mas no futuro isso pode acontecer”, finalizou.
Dicas para andar de moto na chuva
Fonte: http://www.motosblog.com.br
Escrito por Daniel Ribeiro.
Nesta época de verão, é muito comum chover no final da tarde, as famosas chuvas de verão. Elas se formam em menos de 15 minutos e insistem em pegar os Motociclistas de surpresa. Como eu uso a Moto diariamente, enfrento este problema sempre e vou dar algumas dicas para te ajudar a passar (bem) por esta situação.

- Evite a chuva. Grande parte das chuvas desta época são de curta duração. Ao primeiro sinal de que vai chover nos próximos 60 segundos, vá para algum local protegido da chuva e espere ela passar. Em 5 minutos ela para, e em mais 5, o chão já ficará suficientemente seco para que você possa continuar. Ainda que pareça perder tempo, esta atitude ainda é mais rápida do que ir de carro. (Pelo menos em São Paulo)
- Dobre as medidas, corte pela metade os riscos. Se evitar a chuva não é possível, então encarar a chuva exige cuidado redobrado. E quando digo redobrado, falo sério: Dobre todas as medidas… Freio com o dobro da distância, acelere com o dobro de tempo, e use metade da velocidade normal, faça as curvas com metade da inclinação normal. A regra é realizar movimentos lentos e longos evitando trancos e solavancos.
- Evite as poças, as faixas pintadas no asfalto e o barro. Todas estas superfícies oferem pouquissima aderência quando molhadas. Evite andar com os pneus da moto em cima das faixas brancas do corredor entre os carros, pois são extremamente escorregadias.
- Mantenha a manutenção em dia. Principalmente dos pneus e freios. Na chuva é que se percebe como vale a pena manter a moto 100% em dia. Qualquer descuido na manutenção pode fazer a diferença.
- Prefira os equipamentos impermeáveis. Se você usa a moto diariamente, é vantajoso escolher uma boa jaqueta, mas que também seja impermeável. Além de te proteger nos dias de sol, ela também te protege nos dias de chuva. A principal vantagem é não ter de carregar uma capa de chuva, pois a jaqueta já cumpre o seu papel. O mesmo vale para a calça e as luvas. Já no caso das botas, exigem duas soluções: Uma é você andar com um par de botas próprias para andar de moto, e estas também serem impermeáveis. A outra é você comprar um conjunto de polainas próprias para uso com moto para cobrir o seu calçado quando começar a chover. Elas ocupam pouco espaço na mochila ou no Bauleto.
- Tenha um bauleto. O bauleto é ótimo para guardar o Capacete, a calça, jaqueta, luvas e as botas quando você está longe da moto, e quando você está em cima da moto, ele guarda sua mochila/pasta, seu sapato e qualquer outra coisa que queira. É praticamente indispensável para quem usa a moto para ir para o trabalho e faculdade.

E ai? Você tem mais alguma para melhorar a experiência de moto + chuva?
Como se preparar para as chuvas de verão
Fonte: www.motosblog.com.br
Escrito por Daniel Ribeiro.
O verão está chegando, e com ele as típicas chuvas de verão que sempre pegam os Motociclistas de surpresa. Saiba como manter-se seco a seguir.

Andar de moto na chuva - Foto: Piréx
Eu já havia escrito um texto sobre isso no passado, mas com o verão chegando, é sempre bom reciclar e falar novamente sobre o assunto.No verão, é comum que as chuvas se formem muito rapidamente, sem nem mesmo dar tempo para o Motociclista lembrar de pegar sua capa de chuva antes de sair de casa. Durante a manhã aquele sol e o céu azul não deixam a menor impressão de que irá chover, mas vai. E é bom estar preparado.

Chuva em São Paulo (Foto: Paulo Guilherme/G1)
Existem basicamente dois modos de lidar com a chuva:
Evitar a chuva
Esta é certamente a melhor alternativa, mas exige que seus horários sejam flexíveis. As chuvas de verão se formam muito rapidamente, mas também tem curta duração. É raro uma pancada de chuva que dure mais do que meia hora. Então, se você está vendo o céu ficar escuro, e acha que não vai dar tempo de chegar ao seu destino, pare em algum lugar e simplesmente espere.
Aproveite para jantar, ou estique um pouco o horário de trabalho. Faça algo útil enquanto a chuva cai, e este tempo não será perdido.
Quando a chuva parar, vai levar no máximo meia hora para o chão secar, e então basta seguir seu trajeto normalmente.
Enfrentar a chuva
Se esperar não é uma opção, não há nenhum problema em enfrentar a chuva, desde que você esteja devidamente protegido e tome os devidos cuidados. Para andar na chuva, você precisará de roupas impermeáveis. A maioria dos motociclistas usam aquelas capas de plástico. Elas até protegem bem contra a água, mas elas não te protegem em caso de acidente, nem protegem do frio. Então usar apenas essa capa não é uma boa ideia.

Capa de Chuva para moto
O que eu faço é usar sempre uma jaqueta impermeável (faça chuva ou sol). Assim, eu não preciso carregar a parte de cima da capa de chuva. Carrego apenas a calça da capa, que ocupa pouquíssimo espaço dobrada. Cabe em baixo do banco da moto. Link de jaquetas impermeáveis: http://www.rs1.com.br/search.php?qkeyword=jaqueta+imperm&qfamily=Geral&x=0&y=0

Então, quando vejo que vai chover, pego a calça e coloco por cima da calça normal.
Para proteger o sapato, uso uma polaina feita do mesmo material da calça, que fica no Bauleto da moto o tempo todo.
É importante usar luvas também. Alguns modelos são impermeáveis. Eu particularmente tenho 2 pares de luvas, um de couro, que uso em tempo seco, e um impermeável, que uso quando chove. Link da luva Alpinestars impermeável abaixo: http://www.rs1.com.br/search.php?qkeyword=alpinestars+srs&qfamily=Geral&x=0&y=0

Luva Alpinestars SRS Impermeável
Cuidados ao andar na chuva
Andar na chuva requer atenção redobrada, já que a visibilidade é reduzida, e a aderência dos pneus com o solo também. Todos os movimentos devem ser feitos de forma ampla e lenta, de modo a exigir o mínimo de atrito. As acelerações e frenagens também devem ser feitas com extremo cuidado, pois é muito comum cair porque as rodas patinaram ou travaram.
Também é importante verificar o sistema de iluminação da sua moto. Na chuva a visibilidade de todos está prejudicada. Se sua moto estiver apagada, será mais difícil de ver você, o que pode ser perigoso. Então verifique as lâmpadas da sua moto para ter certeza de que tudo está funcionando.
E você, como faz quando chove?
Qual é a validade de capacete de moto? Capacete tem prazo de validade?
Fonte: www.motosblog.com.br
Escrito por Daniel Ribeiro.
Uma pergunta recorrente é com relação ao prazo de validade do Capacete, e as multas que uma pessoa pode tomar relacionadas ao prazo de validade vencido dos capacetes.
É importante lembrar que o capacete não é um produto perecível, e portanto, não tem prazo de validade! Portanto, essa história de “capacete vencido” é lenda.
O que acontece é que o estado de conservação e uso do capacete podem ser usados para avaliar se ele pode ou não ser usado. Para isso, a resolução 203/2006 possui algumas diretrizes sobre isso.
Basicamente, ela diz o seguinte:
Capacetes tipo “Coquinho” não são permitidos
Esse capacete só cobre a parte superior da cabeça, e não se estende até a nuca ou queixo. Devido a pequena proteção que ele fornece, ele é proibido para uso em Motocicletas.
Capacete sem viseira

Os capacetes que não possuem viseira devem ser usados com óculos de proteção. Esses óculos são como aqueles de motocross. Óculos escuros, de grau ou de segurança do trabalho (EPI) NÃO SÃO PERMITIDOS para esta finalidade. Caso você use óculos de grau, deverá usa-los por baixo dos óculos de proteção.
Selo do Inmetro

Os capacetes devem ter selo do Inmetro colados na parte externa, ou a etiqueta interna. Este selo deve certificar o capacete na norma NBR 7471/2001. Se ele certifica na NBR 7471/1996, ele não vale, e o capacete deve ser trocado.
Adesivos e películas

O capacete deve possuir adesivos refletivos na parte traseira, frontal e laterais. Esses adesivos podem ser facilmente encontrados no mercado e custam barato.
Caso o capacete seja usado por um Motociclista profissional (motoboy e similares), a resolução 219/2007 estabelece que ainda há a necessidade de uma faixa refletiva especial, que faz a volta em todo o capacete, nas cores branca e vermelha.

Tanto a viseira quanto os óculos de proteção não podem possuir película (insulfilm). Já as viseiras escuras (fumê ou espelhada) podem ser usadas, mas só até as 18h00. A noite, só viseiras totalmente transparentes (cristal) são permitidas.
Para ler a Resolução 203/2006 na íntegra, clique aqui. A resolução 219/2007 pode ser lida aqui. E para ler a norma NBR 7471/2001, clique aqui.
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